(...)
Apenas 2% dos inquiridos seleccionaram a revisão do código do trabalho como a medida mais urgente a tomar. No topo das prioridades apareceu antes a necessidade de suavizar as obrigações legais e fiscais das empresas, a promoção da inovação e a melhoria do sistema judicial. As respostas dos gestores contrastam com o ênfase que tem sido dado tanto pelas instituições internacionais que resgataram Portugal da bancarrota - FMI, Comissão Europeia e BCE - como pelo Governo, em concertação social."
Se até o o insuspeito Diário Económico o diz...., o ponto é que não é novidade, de cada vez que se realiza um estudo sobre o tema, os resultados são invariavelmente idênticos, sendo sim a má gestão, a falta de qualidades de liderança, a visão de curto prazo de dar um chouriço a quem lhes dá um porco, da responsabilidade dos nossos queriduchos empresários, a responsabilidade pela baixa produtividade das nossas empresas.
