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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Trump à portuguesa



Pedro Passos Coelho desconexo, populista e demagogo, foi para o Pontal fazer um lamentável discurso politico.

Confirma-se que a manutenção do apoio à candidatura de  André Ventura, em Loures, não foi uma exceção, mas será a regra da nova linha estratégica que Passos Coelho irá imprimir ao PSD, a âncora que o segurará ao leme de um navio encalhado. Maltratando como de costume a língua portuguesa, esquecendo os cinco milhões de portugueses emigrados pelos cinco continentes, lançou o veneno sibilino a propósito da nova lei da nacionalidade "o quê que vai acontecer ao país seguro que temos tido se se mantiver esta possibilidade de qualquer um viver em Portugal?". 
 
Esgotados os temas da austeridade, fracassados todos os cenários apocalípticos que prognosticou para a economia portuguesa, Passos definiu o seu caminho dando o mote  que enformará a linha politica futura do PSD sob a sua liderança.
Estava escrito nas estrelas que a trumpização do PSD chegaria pela mão de Passos Coelho. Depois do pontal, já é oficial.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A nave do louco


Durante o consulado de Victor de Gaspar, PPC lá conseguiu passar aideia de que o terrorista social era o seu ex-ministro das finanças. Com a carta de demissão de Gaspar tudo ficou mais claro. PPC, o incompetente, tem de si a imagem do predestinado que sabe o que é bom para os portugueses. Porradinha e muito fomeca para enrijar.

[...] " saúde mental de PPC preocupou-me pela primeira vez (até aí confesso que também atribuía tudo à falta de inteligência e oportunismo) quando, em plea crise após a demissão de Portas, PPC disse: "Não me demito. Não abandono o meu país" Na altura, alguns patetas de serviço vieram falar de patriotismo, mas eu senti um calafrio na espinha. O que eu vi foi um homem que sova metodicamente a mulher mas que não lhe dá o ivórcio porque a "ama muito". Quer edicá-la, quer que ela seja como ele acha que ela deve ser. Na sua opinião, ela não se porta bem e ele quer pô-la nos eixos, "porque a ama muito". Nem sequer tem grande opinião dela, admira é as louraças nórdicas, ela é morena e baixinha, mas com ela ele sente-se poderoso, ela está mais "ao sei nível". Ela é ambivalente, como geralmente acontece nestes casos: quer deixá-lo, mas ao mesmo tempo interiorizou a culpa com que ele a castiga. Ele tanto diz que no futuro vai ser diferente, como a ameaça com mais porrada caso ela riposte. Não a liberta, mas também não a ouve, não a respeita. Ele é que sabe o que é bom para ela.[...]"

Comentário de Bone a este post de FNV no Declínio e Queda.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

L' Etat c'est moi




A falta de cultura democrática e a convicção pessoal de que se trata de um iluminado enviado pelos deuses para salvar o páis, fez com que Passos Coelho produzisse uma declaração de guerra inusitada ao Tribunal Constitucional. Raivoso, desesperado, impaciente, Passos Coelho considera que só a sua interpretação da Constituição é válida. Por vontade dele acabava já com o Tribunal Constitucional e a Lei seria determinada pelo governo. A Constituição, que  jurou cumprir,  não é mais do que um trapo velho que urge substituir por algo à sua imagem e semelhança. A frase  a propósito dos desempregados é um escarro sem perdão.