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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

The dark side...




Já toda a gente falou e disse o que deve ser dito, e bem, sobre o horrível homicídio de Nova York. Só conhecia o Carlos Castro da televisão, e não  me recordo de algum vez ter lido alguma coisa escrita por ele. Acreditem ou não, não compro, nem frequento as revistas cor de rosa. Costumava folheá-las no cabeleireiro, mas desde que tenho de usar óculos para conseguir ler uma letra do tamanho de um camião, não me dá jeito nenhum, entre a lavagem do cabelo, a colocação das pratas ou o brushing, pôr óculos para ler.  De modo que já nem no cabeleireiro as folheio. Li que escrevia no Correio da Manhã.  Também não frequento. Não posso dizer que simpatizasse propriamente  com a figura, pressentia nele alguém dado ao mexerico e à intriga, sinuoso e untuoso, características a que sou particularmente alérgica.
Por maioria de razão Renato Seabra era para mim um ilustre desconhecido. Não acompanho  os concursos das televisões e como também não faço o follow up através das revistas cor de rosa, nunca tinha ouvido falar dele. 
Dito isto, tenho lido horrorizada comentários absurdamente soezes, homofóficos e canalhas vindos dos mais insuspeitos quadrantes. Se os mais benignos pintam um cenário onde representam um adulto de 21 anos como  se de uma criança irresponsável e imberbe  se tratasse, que se deixa seduzir, coitado, sem saber ao que vai, pelo  velho lúbrico e pedófilo, (sim pedófilo não dá para acreditar mas é verdade), que desencaminhou o rapazinho, imaginamos facilmente o nível da fasquia do insulto. Esta gente precisa urgentemente de tratamento. Esta gente não pode ficar  impune.