Mostrar mensagens com a etiqueta carnaval/governo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta carnaval/governo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quarta-feira de Cinzas

O combate entre o Carnaval e a Quaresma, de Pieter Brueghel, o Velho


"Em algumas empresas existem contratos colectivos de trabalho que estão a ser salvaguardados."

É no que dá ainda não conhecer os vícios dos indígenas, mais esta mania  de celebrarem contratos colectivos de trabalho...


Ora, ide mas é chatear o Relvas, cochichou ele com um sorriso maroto para os seus botões.

 publicado também  aqui

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pieguice carnavalesca

Hoje na empresa onde trabalho, os serviços administrativos estão a funcionar a meio gás. Amanhã a empresa fecha, pelo Contrato Colectivo de Trabalho porque se regem as relações laborais na empresa, a Terça Feira de Carnaval é considerada para todos os efeitos como dia Feriado, passível de poder ser transferido para outro dia com significado na localidade. Com as férias de Carnaval nas escolas públicas e privadas, o trânsito hoje de manhã em Oeiras assemelhava-se ao de um fim de semana.
Há determinações que manifestamente só servem para chatear o parceiro e que, ao invés de produzirem ganhos de produtividades, têm precisamente o efeito contrário. É o que acontece quando no lugar de Primeiro-Ministro está sentado um delegado da troika a mandar bitaites sobre os hábitos e tradições dos portugueses.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A intolerância de ponto



Há uma perversidade sádica na  arrogância  do Primeiro Ministro quando afirma que "ninguém perceberia" se o Governo desse tolerância de ponto no Carnaval. O que ninguém percebe, é como é que ele não percebe, a enormidade e inutilidade  desta decisão. Ao contrário do que diz, não é o facto de o Governo estar a cortar quatro feriados  nacionais, que torna coerente esta medida. Em política, dois e dois não são quatro. A festa carnavalesca é uma festividade ancestral de grande simbolismo ligada ao calendário pascal, conhecida também como terça-feira gorda, pelo que a decisão é recebida como mais uma punição injusta dirigida aos "madraços que trabalham pouco" e que,  na cabeça dos iluminados que nos vão reduzir a cinzas, têm de trabalhar mais.