À medida que o tempo passa, mais se confirma que a medida relativa à alteração da TSU apresentada por Passos Coelho foi não só tratada com os pés, como se tratou de uma medida mal preparada e mal estudada, decidida no secretismo dos gabinetes, imposta como facto consumado ao país, uma prepotência de quem julga que não tem de dar satisfações a ninguém, nestes tempos de emergência nacional. O homem de Massamá, que cultiva o narcisismo do homem modesto para enganar parolos, não passa de um servidor fanático dos desígnios da senhora Merkel e dos interesses dos credores. Afinal há mais gente a apresentar propostas.
