O presidente do Conselho de Ética, Miguel Oliveira da Silva, defende o racionamento nos medicamentos que deverá alargar-se aos meios complementares de diagnóstico, como as ecografias, as TAC e as análises, argumentando que "Portugal não continue a comportar-se como se fosse um país rico". Dá como exemplo o "número indiscriminado de ecografias mamárias, ou pélvicas, ou obstétricas, ou densitometrias" e que os tratamentos a oferecer aos doentes devem ser ponderados em função dos custos e dos anos de vida que garantem.
