sábado, 13 de julho de 2013

Férias



Vou-me a banhos. A menos que caia um meteorito, só voltarei ao blogue lá para agosto. Fiquem bem, até já.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Reformada aos 40


Eu pecadora me confesso que dei o benefício da dúvida à menina, a verdade é que pela mão de Passos Coelho as meninas promovidas parecem sofrer todas de transtorno de personalidade. Deve ser o mau karma do rapazola.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O sobressalto do morto vivo



Para espanto geral a múmia da Belém deu um piparote na dupla Passos/Portas. De forma capciosa e baralhativa fixou na prática a duração do actual governo até Junho de 2012. Veio ao de cima o espírito vingativo da criatura, que depois de ter posto a mão por baixo do governo, foi ridicularizado na praça pública  na tomada de posse de Miss suápe Albuquerque como Ministra das Finanças pelo pedido de demissão do irrequieto Portas. Esta é a novidade, porque quanto à resolução do imbróglio, estamos todos mais troikados do que já estávamos. Vem aí um governo de iniciativa presidencial? é o que parece. 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Flic flac à retaguarda



Uma bailarina em pontas e em fim de carreira.... quando perguntado "se a Bolívia não tem de se ofender com a decisão de Portugal, qual a razão de se queimarem bandeiras portuguesas."a bailarina não respondeu, certamente para para não "importar problemas", uma vez que o país está em contenção de importações...

terça-feira, 9 de julho de 2013

Brincar aos espiões



Quem me lê, sabe que sou tudo menos "anti-americana" primária. Isto vai-nos custar muito caro, as relações privilegiadas  e de amizade que tradicionamente Portugal mantém com a América Latina não têm preço, e muito menos um preço que os States estejam dispostos a pagar como compensação das mais do que evidentes perdas e danos. É no que dá ter entregue o país à garotada.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

domingo, 7 de julho de 2013

Baralhar e voltar a dar



No meio do delírio alucinante da reconciliação Coelho/Portas, com claros ganhos para o homem dos submarinos, conclui-se que a dissimulação  compensa. É verdade que o Presidente ainda não se pronunciou, mas ninguém no seu  perfeito juízo o imagina a tomar outra atitude que não seja a da bênção da reconciliação dos amores desavindos. Mas nem tudo é mau, a partir de agora as possibilidades de namoros e/ou hipotéticas alianças do futuro partido do táxi  com o Partido Socialista ficam completamente comprometidas. São boas notícias.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

O cabaret da coxa


O país assiste entre a estupefacção e o medo ao desenrolar de um folhetim tide, nas palavras de António Costa na Quadratura do Circulo. Eu já lhe chamei novela mexicana de quinta ordem, qualificativos hã-os para todos os gostos, o que não há é qualquer sentido para o que se está a passar. A direita portuguesa, que tanto gosta de espetar farpas no lombo da esquerda bem pode limpar as mãos à parede. Cavaco Silva, que segundo uns deu posse a uma ministra, desconhecendo que Paulo Portas tinha já apresentado o pedido de demissão, segundo outros, que desse facto teve conhecimento uma hora antes da posse, não sai melhor nesta fotografia esburacada que qualquer dos outros dois personagens da novela. Na hipotese de desconhcer tinha obrigação de já ter falado ao país, impondo alguma ordem e exercendo os seus deveres. Se teve conhecimento prévio, participou conscientemente numa farsa o que é gravissimo, prega mais um prego no caixão da sua credibilidade, incapacidade, falta de qualidades para exercer o cargo, unir e tranqulizar o país. Os portugueses sentem-se abandonados, entregues à sua sorte, com uma grave crise de representação ao nível das instituições, sentem-se enganados, traídos e humilhados. Passa pela cabeça de alguém, que o presidente esteja hoje a discutir o pós-troika com economistas, quando o segundo partido da coligação já adiou o congresso deste fim de semana, e pelos dados conhecidos   parece cada vez mais improvável um acordo que possa ser levado a sério entre Passos Coelho e Paulo Portas? Então agora já não é urgente tranquilizar os mercados? É preciso correr com esta gentalha toda, mas toda, fonte de instabilidade e incompetência inimagináveis,  a começar na presidência da república e acabar no governo. É urgente eleições, já!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Novela mexicana


A balburdia não pode continuar. Depois dois anos penosos, de sacrifícios, de destruição da economia do crescimento do desemprego, ainda temos de levar em cima com um espectáculo inconcebível, deprimente de uma novela mexicana de quinta ordem. Rua!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Alucinação




Não há mais palavras ....

A carta assassina...



Alguém disse que a demissão do ministro das finanças Vitor Gaspar foi um tiro no porta-aviões. A mim parece-me que é uma avaliação por defeito, isto é sim o completo afundanço do porta-aviões. Vitor Gaspar acusa o Primeiro Ministro numa carta, procedimento inédito num ministro demissionário, de o ter desautorizado ao não lhe ter dado mandato atempado para fechar a sétima avaliação da troika, e  de falta de coesão no governo. Com a nomeação para Ministra das Finanças de Miss Swap Albuquerque,  laranjinha da confiança pessoal e política do primeiro ministro,  sem flexibilidade negocial, em guerra aberta com o maior partido da oposição, acentua-se a solidão política de Passos Coelho e tem início a agonia final deste governo. A tragédia é que a agonia do governo arrasta consigo  mais desgraça e devastação para o país e os portugueses.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sounds you familiar?



"O Departamento de Educação de Los Angeles, nos Estados Unidos, vai dar um grande passo na revolução do ensino naquele país: mais de 640 mil alunos do ensino público vão receber um iPAD, que substituirá os manuais em papel. Foram já aprovados 23 milhões de euros para a remessa inicial de tablets da Apple, considerados os mais adequados ao download dos livros - através da APP Pearson  (a editora a que a Apple se associou) - e os que apresentaram o melhor preço. A ideia é melhorar o desempenho dos alunos, dando-lhes um instrumento personalizado e que permite várias funções, e integrá-los cada vez mais na sociedade de tecnologia e comunicação dos nossos tempos."

Revista do Expresso.

domingo, 30 de junho de 2013

Quem má cama faz, nela se deita...



" Mas o mais importante desta greve foi as incompreensões com que contou. A Confederação do Comércio disse que a compreendia. A da Indústria que o Governo empurrou os sindicatos para ela. A da Agricultura disse que havia mais do que motivos para a indignação dos trabalhadores. A UGT endureceu o seu discurso. E até ouvi um deputado do PSD a defender, na televisão, que o executivo deveria aproveitar a greve para mostrar à troika que a estabilidade social será impossível de manter. O que esta greve revela, quando é feita num momento tão difícil para a levar à prática, é o extraordinário isolamento de um primeiro-ministro, sem paralelo na nossa história recente. Como vimos com Nuno Crato, o Governo ainda não percebeu muito bem como é frágil a sua situação. E muitos acreditam que a paz podre se manterá, por medo, desesperança ou falta de alternativas. Acho que estão enganados. Não serão as autárquicas ou o CDS, como imagina o mundo político e mediático, a mudar tudo. Será um qualquer erro de cálculo, ão fácil de acontecer a quem já não tem amigos que lhe chamem à razão. Basta uma nova TSU ou um novo "caso Relvas" e este Governo, preso por arames, não se aguentará."

Excerto do texto de Daniel Oliveira, "A Solidão de Passos", no Expresso

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Ir buscar lã e vir tosquiado


As reportagens das televisões sobre os efeitos da Greve Geral nos passageiros dos transportes metem nojo aos cães. Perguntar às pessoas em sofrimento nas salas de espera dos hospitais o que pensam por a consulta ter sido cancela por efeito da greve, é escabroso. Felizmente ouvi agora uma utente responder à letra a uma repórter "meter o coelho numa caçoila e matá-lo", disse quando questionada sobre o que pensava da greve.  Raras foram as pessoas que protestaram contra os grevistas  e esse é um sintoma claro de que o país está exangue e do ódio profundo que votam a estes (des)governantes.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Governo Rua!


Silly season...



O início oficial da silly season foi dado com a realização do  Conselho de Ministros em Alcobaça. Como sabemos, mais silly era díficl, nada se passou para além de uma foto com gente desorientada. Com o país a cavalgar uma crise económica, social e política como não há memória, está convocada para amanhã mais uma greve geral. O país devia parar todo, correr com esta gentalha que abocanhou o pote, mas tenho fortes dúvidas de que ela seja assim tão geral.  Entretanto começou a campanha eleitoral para as autárquicas, o calor aperta e eu já me apetecia  ir a banhos...

terça-feira, 25 de junho de 2013

A ruína

 

O serão televisivo da TVI24 de ontém, mais parecia um tempo de antena reservado à oposição. Quer isto dizer que a TVI24 se passou para a oposição? Não nos enganemos, a verdade é que o buraco em que as políticas cegas de radicalismo ideológico e discurso punitivo seguidos por este (des)governo de passarolas e gaspares é de tal forma enome, descontrolado e critico para o futuro do país, que já não há uma alma que seja que dê a cara por ele. Aliás assiste-se mesmo a um reposicionamento silencioso mas firme de nomes mas crediveis do interior do grupo parlamentar do PSD como Miguel Frasquilho que ontém reconheceu o erro de todas as politicas seguidas pelo eixo Schauble/ Gaspar, dizendo que "uns avisaram e reconheceram mais mais cedo, outros estão a reconher mais tarde" que este caminho é um desastre. Um outro comentador político que não fixei o nome, no programa "politica mesmo" disse taxativamente, "são três anos perdidos, vamos ter de começar tudo de novo". A pergunta que se coloca é, como é que pode o governo alterar o rumo sem reconhecer que falhou? E na eventualidade remota e retórica de vir a reconhecer que falhou, qual é a sua legitimidade para continuar a governar um país que levou à miséria?

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Quem passa por Alcobaça...



Diz que foi assim uma espécie de blind date.  O professor até sugeriu ao vivo e a cores, que a reunião de amigos em Alcobaça pouco mais fez  do que  perturbar uma noiva que se dirigia ao altar ao encontro do seu bem amado noivo... Enfim, estão todos bem uns para os outros, Alcobaça é que merecia melhor sorte que a visita desta trupe.