Não serei eu em circunstância alguma a defender o investimento descabelado no betão na Madeira e que, entre muitos males, contribuiu decisivamente para agravar as consequências da catástrofe ocorrida há dois anos, com dezenas de mortos e prejuízos a perder de vista. O que me provoca uma raiva surda é ter a consciência de que Merkel só aponta à Madeira porque pode, é fácil, é barato e tem cá um trinca línguas de cerviz dobrada ao seu serviço.
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