sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Minuciosa Formiga

 
 
Minuciosa formiga
não tem que se lhe diga:
leva a sua palhinha
asinha, asinha.

Assim devera eu ser
e não esta cigarra
que se põe a cantar
e me deita a perder.

Assim devera eu ser:
de patinhas no chão,
formiguinha ao trabalho
e ao tostão.

Assim devera eu ser
se não fora não querer.

              Alexandre O'Neill

4 comentários:

  1. Ariel, este belo poema, está muito bem ilustrado :)

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  2. Obrigada, Manuela:)


    Oh lá se é Maloud....:)

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  3. Sempre fui mais cigarra que formiga. Ninguém é perfeito...

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